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PRA ENTENDER IMPORTÂNCIA DO FEMINISMO NEGRO E AS DIFERENÇAS NAS LUTAS DAS MULHERES

O feminismo negro é uma vertente do feminismo de modo geral que veio para pautar, reivindicar seus direitos e questionar o feminismo hegemônico. Apesar de muitas lutas serem similares, a história vem sendo muito cruel com as mulheres mas não do mesmo jeito com todas elas: com as brancas de um jeito e com as negras de outro.
 
Uma questão que deixa explícita a diferença entre as lutas das negras e brancas por exemplo é em relação ao trabalho. Enquanto as brancas lutaram para poder trabalhar e dominar profissões e se tornarem médicas, engenheiras, executivas e etc, as negras vem (desde sempre) trabalhando em fábricas, plantações e em mais diversos tipos de serviços. Sempre como uma mão de obra desvalorizada, o trabalho não foi um direito pra elas, mas sim a única opção de sobrevivência.
 
Outra questão relevante paras negras é a hipersexualização que sempre lhe foi posta: colonizadores violentaram, estupraram e mataram seus corpos. Sendo vistas como promíscuas (principalmente quando a miscigenação cresceu) houve um desencadeamento de consequências, como a reprodução dessa ideia colonizadora, exemplo: globeleza, nua, sorrindo e sambando com sua existência reduzida a um corpo objeto negro. Ao longo de toda a história a mulher negra foi retratada como objeto sexual, e as brancas como um objeto a ser preservado e intocável, uma princesinha, inclusive era muito comum a mulher branca sinhá ser mantida virgem enquanto seu noivo fazendeiro transava com as negras feitas de mucamas. Ainda hoje vemos muito boy lixo que so quer mulher negra pra transar e realizar suas fantasias, mas não pra assumir um relacionamento.
 
O sofrimento e luta das mulheres não são iguais pra todas e sabemos que nunca foi fácil entender que existem diferenças entre o feminismo negro e o feminismo hegemônico. Há muitas pautas para serem discutidas e por isso o feminismo negro é tão necessário. LEIA ANGELA DAVIS, DJAMILA, BELL HOOKS, SUELI CARNEIRO
 
Texto escrito por Mayara Caldeira e Lais Trajano
 
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